Este blogue é da turma do 4º ano da EB1 de Tulha Velha - Corvite.
27.5.09
Numa manhã de Verão, um rato chamado Xandre estava a passear por um jardim.
Perto do jardim, estava uma águia numa árvore a apanhar sol,
chamava-se Fofinha.
O rato sabia de uma coisa sobre a águia. O segredo era que a águia
tinha medo da chuva e da trovoada. A águia ficava muito chateada com o
rato se ele contasse o seu segredo a alguém. Numa tarde de sol a águia
planeou uma armadilha. Ela queria comer o rato para o seu segredo
ficar bem guardado.
A águia abriu as suas asas enormes e lançou-se para apanhar o rato com
as suas garras gigantes. O Xandre atrapalhado escondeu-se no relógio
da cidade de Guimarães.
Passado dez minutos, o ratinho cheio de medo convidou a águia para ver
se queria ir com ele fazer as pazes. A águia Fofinha aceitou. Os dois
lá foram a um jardim muito verdejante e fizeram as pazes. Eles
combinaram que o rato não contava o seu segredo a ninguém e a águia
não o comia.
O Xandre e a fofinha ficaram amigos.
Foi cada um à sua vida. O Xandre guardou o segredo e a águia não
pensou em comer mais ratinhos.
Os dois tornaram-se os melhores amigos.

Texto escrito pelo
Rafael, Anabela e Jorge e revisto por Filipe e Jorge.
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Era uma vez um rato cinzento, magro e fofinho. Esse rato chamava-se
Malandro porque fazia muitas malandrices. Numa manhã de Verão, o
Malandro estava a passear por um belo jardim cheio de flores, com erva
verdinha, árvores verdinhas, umas altas e outras baixas...
Nessa mesma manhã estava uma águia castanha com alguns pelos amarelos,
essa águia tinha um nome muito esquisito, esse nome era Anaíse.
O rato sabia de um segredo sobre a Anaíse. Esse segredo era que ela
tinha medo da chuva. A águia não queria que o Malandro dissesse nada
sobre o seu segredo. A Anaíse ficou tão furiosa, tão furiosa que
queria comer o Malandro. A águia abriu as suas enormes asas e
lançou-se para apanhar o rato com as suas garras. O rato atrapalhado
escondeu-se no relógio da cidade. O Malandro chamou a águia para
conversar com ela:
- Malandro, porque me chamaste aqui?
- Porque precisamos de falar.
- Sobre o que queres falar comigo?
- Sobre estarmos chateados.
- Então fazemos um acordo. Se tu não contares o meu segredo e não te como.
- Está bem, eu concordo.
E os dois ficaram amigos para sempre.
Rato, ratinho acabou-se o nosso livrinho!

Texto do Rafael, Jorge e da Anabela, aperfeiçoado pela Tatiana, Ana e Isabel.
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Numa manhã de Verão, um rato chamado Corajoso vivia numa casinha
pequenina feita de madeira com um pequeno jardim.
Uma águia chamada Bátolo vivia num ninho. Ela era bonita mas um bocadinho má.
O rato Corajoso estava a passear pelo seu jardim e viu o Bátolo. De
repente, começou a chover, o Bátolo estava aflito com a chuva.
O rato sabia de uma coisa sobre a águia. Este segredo era que a águia
tinha medo da chuva.
A águia não queria que o rato dissesse nada a ninguém. Ela preparou-se
para comer o rato, abriu as suas asas enormes e lançou-se para
apanhá-lo com as suas garras. O rato atrapalhado escondeu-se no
relógio da cidade. A seguir, o rato chamou a águia para conversar com
ele. Eles combinaram que o rato não dizia nada a ninguém sobre o
segredo da águia e ela não comia o rato.
Foi cada um à sua vida. O rato guardou o segredo e a águia não pensou
mais em comer ratos.
E ficaram felizes para sempre.

Ratinho, ratinho és tão perfeitinho.

Texto escrito pelo Rafael, Anabela e Jorge, aperfeiçoado pelo
Alexandre e a Filipa.
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Numa manhã de Verão, um rato chamado João estava a passear por um
jardim cheio de flores e uma águia chamada Zélia estava num pinheiro
a apanhar sol.
O rato sabia um segredo sobre a águia. Esse segredo era que a águia
tinha medo dos cães. A águia não queria que o rato dissesse nada a
ninguém. Ela preparou-se para comer o rato, porque tinha medo que o
rato dissesse o segredo. A águia abriu as suas asas enormes e
lançou-se para apanhar o rato com as suas garras. O rato atrapalhado
escondeu-se num tronco. A seguir, o rato chama a águia para conversar
com ele. Eles combinaram que o rato não dizia nada a ninguém do
segredo da águia e ela teve pena de comer o rato.
Foi cada um à sua vida. O rato guardou o segredo e a águia não pensou
mais em comer o rato.


Texto escrito por Rafael, Anabela e Jorge e aperfeiçoado pelo José e Vítor
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Numa manhã de Verão, um rato, que se chama Quico Manuel Silva
Oliveira, estava a passear por uma floresta grande. Avistou uma águia
que estava a procurar o almoço.
O rato ouviu a águia a falar da sua vida. O segredo da águia era a
seguinte: ela tinha medo da trovoada. A águia tinha medo que o rato
contasse o segredo a alguém. A águia como tinha medo que o rato
dissesse o segredo a alguém, preparou o garfo e a faca para o comer o
rato. A águia avistou o rato, abriu as suas asas enormes e lançou-se
para o apanhar com as suas garras. O rato atrapalhado escondeu-se. A
seguir, o rato fez um sinal à águia para conversar com ele. Eles
combinaram que o rato não dizia nada a ninguém do segredo da águia e
ela não comia o rato.
No final, ficaram amigos e a águia perdeu o medo da trovoada.

Texto escrito por Anabela, Rafael e Jorge, aperfeiçoado pela Carina,
Nuno e Rafael.
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Numa manhã de Verão, um rato chamado Bacalhau vivia numa casinha
pequenina, feita de madeira e tinha um pequeno jardim à volta.
O rato estava a passear pelo jardim e uma águia estava numa árvore. O
Bacalhau sabia um segredo sobre a águia. Este segredo era que a águia
tinha medo da chuva.
A águia não queria que o rato dissesse nada a ninguém. Ela preparou-se
para comer o rato. A águia abriu as suas asas enormes e lançou-se para
apanhar o rato com as suas garras. O rato atrapalhado escondeu-se no
relógio da cidade. A seguir, o rato chamou a águia para conversar com
ela. Eles combinaram que o rato não dizia nada a ninguém acerca do
segredo da águia e ela não comia o rato.
Foi cada um à sua vida. O rato guardou o segredo e a águia não pensou
mais em comer o rato.

Texto escrito por Rafael, Jorge e Anabela, aperfeiçoado pelo Flávio.
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25.5.09
composicao ar.jpg


A atmosfera é a camada gasosa que envolve a Terra. O ar atmosférico é
uma mistura de gases e vapores incolores e inodoros. A sua composição,
à superfície da Terra é: 21% de oxigénio, 78% de azoto e 1% de
quantidades reduzidas de ozono, hidrogénio, dióxido de carbono, vapor
de água e gases raros (argon, néon, xénon, crípton e hélio).
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Sobreiro2.jpg

sobreiros.jpg


O sobreiro é das árvores florestais mais abundantes no nosso País,
colocando-se em área ocupada logo a seguir ao pinheiro. A Quercus
Suber é a única quercínea produtora de cortiça da região mediterrânea.
Entre as características que o distinguem dos restantes carvalhos,
sobressaem:
- o considerável desenvolvimento que pode atingir o invólucro suberoso
do tronco e dos ramos;
- a faculdade que a árvore possui de regenerar uma nova assentada
geradora de cortiça quando se despojam aqueles órgãos do revestimento
protector;
- a homogeneidade e pureza do tecido suberoso e as suas notáveis
propriedades físicas , mecânicas e químicas.
Portugal, embora sendo um país de área reduzida, produz mais cortiça
que todo o resto do Mundo, isto só por si podendo explicar a razão do
interesse que o sobreiro nos merece.
Mas os montados de sobro não produzem apenas cortiça. Também pode ter
interesse e valor o fruto (lande), a lenha, para queimar directamente
ou fazer carvão, o entrecasco - de onde se podem extrair taninos - e a
madeira.

Pesquisa feita pelo Vítor
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o rato e a águia (texto não revisto)

 

         Numa manha de verão ,um rato estava a passear pelo jardim e uma águia estava numa arvore a apanhar sol.

         O rato sabia de uma coisa sobre a águia. Este segredo era que a águia tinha medo da chuva. A águia não queria que o rato não disse-se nada a ninguém. A águia preparou-se para comer o rato. A águia abriu as suas asas enormes e lançou-se para apanhar o rato com as suas garras. O rato atrapalhado escondeu-se no relógio da cidade. A seguir o rato chama a águia para conversar com ele. Eles combinaram que o rato não dizia nada a ninguém do segredo da águia e ela não comia o rato.

        Foi cada um a sua vida. O rato guardou o segredo, e a águia não pensou mais em comer ratos.

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12.5.09

(Introdução)

 

Há muitos, muitos anos na época dos sábios, viviam numa floresta um sábio chamado Tomás e um peixe que se chamava Nero. O sábio era teimoso, inteligente e alegre. Também era magro, alto, de olhos azuis, cabelo loiro, bem vestido e com um brinco na orelha esquerda. O peixe era alegre e amigo de toda a gente, era também um peixe bonito, simpático, de cor dourada com pintinhas pretas.

O sábio vivia numa casa grande, amarela, com janelas com cortinas azuis claras e um jardim grande na frente da casa por onde passava um rio. Esse rio era muito mesmo muito bom para nadar, era baixo, tinha nenúfares e algas. Nesse rio vivia o Nero que era muito amigo do Tomás, e os dois brincam muitas vezes juntos e nadavam no rio.

 

(Desenvolvimento)

 

Nesse rio, apareciam muitas vezes por semana vários pescadores. Os pescadores vinham de uma aldeia vizinha. O Amazecas estava numa zona protegida. Esse sítio era protegido porque tinha um rio muito bonito e limpo, tinha várias espécies de animais aquáticos. Por este motivo, nessa reserva natural era proibido pescar, caçar, fazer fogueiras, fazer construções sem autorização, poluir e tudo o que possa fazer mal à natureza. O Tomás queria afastar aqueles pescadores para salvar o seu grande amigo Nero. Para isso, elaborou um plano. Ele, com o seu espelho mágico ia reflectir o sol para os olhos dos pescadores para os encandear e fazê-los esquecerem-se do caminho para o Amazecas. Pôs o seu plano em prática conforme tinha planeado e correu tudo como previsto, passado algum tempo os pescadores deixaram de aparecer por ali.

 

(Conclusão)

 

Desta forma, o Tomás conseguiu salvar o seu amigo peixe e proteger o rio dos pescadores que praticavam pesca ilegal.
A partir desse dia, o sábio passou a brincar tranquilamente com o seu amigo Nero.
A magia do espelho resultou mesmo!
Peixinho, peixinho acabou o nosso livrinho.
 

 

Texto da Cláudia, Filipa e José com introdução aperfeiçoada por Joana e desenvolvimento aperfeiçoado pela turma.

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